Desfile de cosplays, games, mostra de animes, karaokê e shows musicais movimentaram o segundo dia do Sana.
Os heróis das histórias em quadrinhos (mangás) e dos desenhos animados (animes) japoneses foram incorporados pelos milhares de adolescentes, na faixa de 15 a 20, que compareceram ontem ao Centro de Convenções Edson Queiroz, onde acontece a nona edição do Sana - Super Mostra Nacional de Animes.
A expectativa dos organizadores é que o Sana receba 50 mil pessoas até o final deste domingo. Consolidado como o segundo maior evento de cultura japonesa da América Latina, o Sana é uma realização da Fundação Cultural Nipônica Brasileira.
O sucesso do Sana podia ser percebido antes mesmo do início do evento. Uma fila quilométrica se formou em torno do Centro de Convenções. Sem tumulto, os ansiosos fãs da cultura nipônica entraram e ocuparam os espaços e desfrutaram de uma série de atrações.
O ponto alto da programação de ontem foi o desfile de cosplays. Na passarela, mais de 30 jovens exibiram suas exóticas fantasias, inspiradas nos personagens dos mangás e animes. A platéia vibrava com entusiasmo durante as performances dos cosplays mais criativos.
Para os aficcionados da cultura japonesa, o Sana oferece atrações diversificadas para todas as tribos. Existem espaços específicos para vídeo games, massagem relaxante, desenhos, workshops, karaokê e hip hope.
Nos estandes de vendas, os jovens compram bijouterias, camisetas, livros, filmes, além de uma infinidade de acessórios que ornamentam o figurino deles inspirados nos seus heróis japoneses.
Os shows musicais levam a garotada ao delírio. Nesta edição, estão presentes quatro feras do estilo Anime Songs (músicas compostas especificamente para as séries de animações). São eles :Hironobu Kagevama, Hiroshi Kitadani, Masaaki Endo, Kanako Ito.
Em Fortaleza, esse interesse pela cultura japonesa iniciou-se em 2001, quando um grupo de 30 jovens se reunia na Praça Portugal para trocar mangás e fitas de animes e seriados. “Nós não imanginávamos que esses encontros se transformariam num evento dessa dimensão”, avalia Daniel Braga, um dos diretores do Sana.
Os heróis das histórias em quadrinhos (mangás) e dos desenhos animados (animes) japoneses foram incorporados pelos milhares de adolescentes, na faixa de 15 a 20, que compareceram ontem ao Centro de Convenções Edson Queiroz, onde acontece a nona edição do Sana - Super Mostra Nacional de Animes.
A expectativa dos organizadores é que o Sana receba 50 mil pessoas até o final deste domingo. Consolidado como o segundo maior evento de cultura japonesa da América Latina, o Sana é uma realização da Fundação Cultural Nipônica Brasileira.
O sucesso do Sana podia ser percebido antes mesmo do início do evento. Uma fila quilométrica se formou em torno do Centro de Convenções. Sem tumulto, os ansiosos fãs da cultura nipônica entraram e ocuparam os espaços e desfrutaram de uma série de atrações.
O ponto alto da programação de ontem foi o desfile de cosplays. Na passarela, mais de 30 jovens exibiram suas exóticas fantasias, inspiradas nos personagens dos mangás e animes. A platéia vibrava com entusiasmo durante as performances dos cosplays mais criativos.
Para os aficcionados da cultura japonesa, o Sana oferece atrações diversificadas para todas as tribos. Existem espaços específicos para vídeo games, massagem relaxante, desenhos, workshops, karaokê e hip hope.
Nos estandes de vendas, os jovens compram bijouterias, camisetas, livros, filmes, além de uma infinidade de acessórios que ornamentam o figurino deles inspirados nos seus heróis japoneses.
Os shows musicais levam a garotada ao delírio. Nesta edição, estão presentes quatro feras do estilo Anime Songs (músicas compostas especificamente para as séries de animações). São eles :Hironobu Kagevama, Hiroshi Kitadani, Masaaki Endo, Kanako Ito.
Em Fortaleza, esse interesse pela cultura japonesa iniciou-se em 2001, quando um grupo de 30 jovens se reunia na Praça Portugal para trocar mangás e fitas de animes e seriados. “Nós não imanginávamos que esses encontros se transformariam num evento dessa dimensão”, avalia Daniel Braga, um dos diretores do Sana.

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