A Associação Nacional de Jornais (ANJ) decidiu criar um “conselho de autorregulamentação” que acompanhará a atuação da imprensa escrita no Brasil, como forma de “reiterar o compromisso da entidade com a liberdade de expressão e com a responsabilidade editorial”. O anúncio foi feito no 8º Congresso Brasileiro de Jornais, que se realiza no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro.
“Definimos conceitos básicos para o estabelecimento de um conselho de autorregulamentação, composto por sete membros, que julgará casos a ele submetidos. Nos próximos meses, nosso compromisso é o de detalhar o regulamento e os procedimentos para que este conselho seja designado e comece a atuar”, informou a presidente da ANJ, Judith Brito.
“Os jornais não querem se isentar da responsabilidade que obviamente têm em suas funções de informar. Em nenhum momento propusemos impunidade, mas apenas nos defendemos contra a intolerável censura prévia”, declarou Judith Brito.
A presidente da ANJ afirmou que a entidade é parceira das escolas de jornalismo, incentivando-as a serem “modelo de qualidade na formação humanística”, e disse que as empresas só têm a ganhar com profissionais oriundos das boas escolas de jornalismo. Mas o fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão, exigência também derrubada pelo STF, era um “claro embaraço à liberdade de expressão e era natural sua revogação”.
“Definimos conceitos básicos para o estabelecimento de um conselho de autorregulamentação, composto por sete membros, que julgará casos a ele submetidos. Nos próximos meses, nosso compromisso é o de detalhar o regulamento e os procedimentos para que este conselho seja designado e comece a atuar”, informou a presidente da ANJ, Judith Brito.
Judith Brito acredita que até o fim do ano o novo conselho esteja em funcionamento. “Sabemos que muitos jornais já têm seus códigos de ética. A própria ANJ tem seu código. Agora, trata-se de avançar num modelo que permita debater e avaliar nossos erros, de forma transparente.”
Em discurso, a presidente da ANJ lembrou a “decisão histórica” do Supremo Tribunal Federal de acabar com a Lei de Imprensa, definida como “legislação antidemocrática com o objetivo de limitar a circulação de informações e opiniões”.“Os jornais não querem se isentar da responsabilidade que obviamente têm em suas funções de informar. Em nenhum momento propusemos impunidade, mas apenas nos defendemos contra a intolerável censura prévia”, declarou Judith Brito.
A presidente da ANJ afirmou que a entidade é parceira das escolas de jornalismo, incentivando-as a serem “modelo de qualidade na formação humanística”, e disse que as empresas só têm a ganhar com profissionais oriundos das boas escolas de jornalismo. Mas o fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão, exigência também derrubada pelo STF, era um “claro embaraço à liberdade de expressão e era natural sua revogação”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário