A solenidade de abertura do evento será no dia 19, a partir das 19h30, no Teatro Celina Queiroz da UniforMídia Alternativa e Alternativas Midiáticas é o tema central do VII Congresso Nacional de História da Mídia que a Universidade de Fortaleza (Unifor) sediará nos dias 19, 20 e 21 próximos, numa promoção da Rede Alfredo de Carvalho para o Resgate da Memória da Imprensa e a Construção da História da Mídia no Brasil (Rede Alcar).
Professores e estudantes da área de Comunicação, História e Ciências Sociais compõem o público-alvo do evento. O congresso reunirá, ainda, pesquisadores Rede Alcar, que recebeu o nome de Rede Alfredo Carvalho em homenagem ao historiador pernambucano Alfredo de Carvalho, responsável pelo resgate histórico da imprensa do século XIX, quando das comemorações do centenário da implantação da imprensa no país, em 1908.
A rede é um movimento cultural que reúne pesquisadores de centenas de universidades públicas e privadas de todo o Brasil, no sentido de preservar a memória da imprensa e construir a história midiática nacional. Seus objetivos são voltados ao desenvolvimento de ações públicas destinadas a incentivar a elaboração de um inventário da mídia alternativa no Brasil, junto ao trabalho que já vem sendo realizado dentro da Rede Alcar. Visa, ainda, contribuir para o avanço da mídia alternativa no novo século — de forma integrada com as mídias impressa, eletrônica e digital — tornando-a patrimônio coletivo do povo brasileiro.
Além de palestras e mesas-redondas, o congresso contará com a formação de grupos de trabalho voltados para a análise e estudos dos temas: História do jornalismo, História da comunicação institucional, História da mídia impressa, História da mídia sonora, História da mídia audiovisual, História da mídia digital e História da midiologia.
Como o congresso deste ano 2009 será centrado na mídia alternativa, participarão como convidados pesquisadores com reconhecimento em história da mídia da França e da Inglaterra como os professores: Alfonso Gumucio Dragon (especialista em comunicação para o desenvolvimento, com experiência na África, Ásia, América Latina e Caribe), Christian Delporte ( diretor do Centro de História Cultural da Universidade de Versailles-Saint-Quentin-em-Yvelines) e Olga Guedes Bayle (professora doutora da Nottingham Trent University, na Inglaterra, onde atua como diretora e professora do Mestrado de Mídia e Globalização).
No dia 19, a solenidade de abertura acontecerá no Teatro Celina Queiroz, às 19h30, com a conferência que será proferida Olga Guedes Baily, enfocando Mídia Alternativa – Alternativas Midiáticas. Além da Unifor, a instituição anfitrião, participam como parceiras a Universidade Federal do Ceará (UFC), a Universidade Estadual do Ceará (Uece), Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), a Cátedra UNESCO/Metodista de Comunicação, Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo, Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Globo Universidade.
Na Unifor, são coordenadoras do evento as professoras e Valquíria Aparecida Passos Kneipp e Erotilde Honório Silva, do Centro de Ciências Humanas da instituição.Depois do “boom” nos anos 70 e 80, hoje a conceituação da imprensa alternativa retorna ao debate acadêmico de forma diferenciada, ressaltou Erotilde Honório. “Se antes os movimentos sociais tinham o rádio, jornais alternativos e outros meios, hoje as novas tecnologias estão presentes e não podemos deixar de considerar os blogs, os sites, o twitter ... as antigas e novas mídias precisam ser analisadas”.
Professores e estudantes da área de Comunicação, História e Ciências Sociais compõem o público-alvo do evento. O congresso reunirá, ainda, pesquisadores Rede Alcar, que recebeu o nome de Rede Alfredo Carvalho em homenagem ao historiador pernambucano Alfredo de Carvalho, responsável pelo resgate histórico da imprensa do século XIX, quando das comemorações do centenário da implantação da imprensa no país, em 1908.
A rede é um movimento cultural que reúne pesquisadores de centenas de universidades públicas e privadas de todo o Brasil, no sentido de preservar a memória da imprensa e construir a história midiática nacional. Seus objetivos são voltados ao desenvolvimento de ações públicas destinadas a incentivar a elaboração de um inventário da mídia alternativa no Brasil, junto ao trabalho que já vem sendo realizado dentro da Rede Alcar. Visa, ainda, contribuir para o avanço da mídia alternativa no novo século — de forma integrada com as mídias impressa, eletrônica e digital — tornando-a patrimônio coletivo do povo brasileiro.
Além de palestras e mesas-redondas, o congresso contará com a formação de grupos de trabalho voltados para a análise e estudos dos temas: História do jornalismo, História da comunicação institucional, História da mídia impressa, História da mídia sonora, História da mídia audiovisual, História da mídia digital e História da midiologia.
Como o congresso deste ano 2009 será centrado na mídia alternativa, participarão como convidados pesquisadores com reconhecimento em história da mídia da França e da Inglaterra como os professores: Alfonso Gumucio Dragon (especialista em comunicação para o desenvolvimento, com experiência na África, Ásia, América Latina e Caribe), Christian Delporte ( diretor do Centro de História Cultural da Universidade de Versailles-Saint-Quentin-em-Yvelines) e Olga Guedes Bayle (professora doutora da Nottingham Trent University, na Inglaterra, onde atua como diretora e professora do Mestrado de Mídia e Globalização).
No dia 19, a solenidade de abertura acontecerá no Teatro Celina Queiroz, às 19h30, com a conferência que será proferida Olga Guedes Baily, enfocando Mídia Alternativa – Alternativas Midiáticas. Além da Unifor, a instituição anfitrião, participam como parceiras a Universidade Federal do Ceará (UFC), a Universidade Estadual do Ceará (Uece), Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), a Cátedra UNESCO/Metodista de Comunicação, Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo, Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Globo Universidade.
Na Unifor, são coordenadoras do evento as professoras e Valquíria Aparecida Passos Kneipp e Erotilde Honório Silva, do Centro de Ciências Humanas da instituição.Depois do “boom” nos anos 70 e 80, hoje a conceituação da imprensa alternativa retorna ao debate acadêmico de forma diferenciada, ressaltou Erotilde Honório. “Se antes os movimentos sociais tinham o rádio, jornais alternativos e outros meios, hoje as novas tecnologias estão presentes e não podemos deixar de considerar os blogs, os sites, o twitter ... as antigas e novas mídias precisam ser analisadas”.
MOZARLY ALMEIDA
Repórter
DN
Repórter
DN
Nenhum comentário:
Postar um comentário