O estudo buscava entender as correlações entre as jornadas de trabalho e o funcionamento cerebral. Os participantes eram avaliados com testes de linguagem, raciocínio lógico, argumentação e memória. Os resultados mostraram que aqueles que trabalhavam mais de 55 horas por semana apresentavam piores resultados nos testes iniciais.
A evolução desses trabalhadores também foi pior quando comparados aos que trabalhavam 40 horas ou menos por semana, apresentando um declínio mais acentuado nas funções cerebrais. Para que não existissem fatores que pudessem influenciar nos resultados, vários problemas foram levados em conta, como estado de saúde do trabalhador, tabagismo, uso de álcool e prática de exercícios físicos. Nenhum deles alterou de forma significativa os dados comparados.
A pesquisa avaliou mais de 2 mil trabalhadores em dois momentos, em 1997 e 2004, para comparação.
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